terça-feira, 27 de setembro de 2011

Tome Nota: E o Rock in Rio que voltou pro Rio.....

Pois é, após 10 anos tivemos o privilégio de sediar o festival em terras brasileiras.

Como não poderia deixar de ser, alguns momentos já memoráveis com a cobertura chata do grupo Globo, as meninas das entrevistas estão fazendo o feijão com arroz, mas o Beto Lee.....noooossa, tem hora que o cara se perde, não sei se é em sua própria linha de raciocínio ou se é por causa do delay.

Mas vamos falar do que interessa?

Bom....começo dizendo que infelizmente não vi a atração principal de nenhum dos dias (dormi), mas considerando que quem fechou o primeiro dia foi Rihanna, fiz bem, apesar de ter ouvido dizer que o desempenho de seu guitarrista Nuno Bittencourt (ex Extreme) foi um show a parte. Nesse mesmo dia, o fato lamentável foi o Elton Jhon com toda sua história ter “sedido” o posto de principal atração para a menina citada e ainda por cima, como todo RIR tem alguma m...., o Sir tocou no mesmo dia da Claudia Leite. Meu deus!!!!

- No segundo dia comecei com o show de Mike Patton, esse é louco (rs), banda de clássicos italianos dos anos 40 e 50, mas, Mike Patton é Mike Patton.
- NX Zero, chato! Apesar de um início meio inseguro, acho que seguraram a bronca.
- Stone Sour, nada demais, serviu para revelar o rosto do vocal do Slipknot com uma aparência mais pop mostrando mais técnica vocal.
- Capital Inicial, esse show foi o que eu criei mais expectativa, pois havia lido uma matéria onde o Dinho Ouro Preto dizia que seria “pauleira atrás de pauleira”, com covers de bandas punks, Aborto Elétrico e que poderiam complicar o lado do Snow Patrol.
Resultado: Cover: Should i stay....(manjada), Aborto Elétrico: Que País é Esse, Fátima e Música Urbana, Pauleira: 100 mil pessoas cantando Primeiros Erros.
Além de td isso, um Dinho exageradamente empolgado, onde de 5 palavras 4 eram “caral....” ou “ta ligado”
Mas........agitou o público.

Terceiro Dia: Dia do Medo!
Glória e Angra: chatos demais, mas musicalmente falando, acho que mandarem bem dentro de seus objetivos.
Sepultura: Tocar com tambores foi muito legal há 15 anos atrás, passou da hora deles pararem de “bater lata” com metal e índio.

Agora, os destaques.......
Motorhead: O que dizer da banda cujo líder foi roadie do Hendrix? Aula! Os caras são demais, é garantia de bom show.
Slipknot: Esse foi o show do fim de semana, podem falar que gritam, falar das roupas, mas eu analiso o contexto e no todo, os caras são bons demais. O que eram aqueles mosh`s, aquele palhaço ou a batera girando? O show dos caras está cada vez melhor.

É isso! Até o próximo fds, o pior é que ainda tem Ivete Sangalo. Meu deus........

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Nota da Música: Living On The Highway – Black Viper

“Sonzeira”!

Levada legal de guitarra abafada, tom baixo de voz e teclado, interessante. Algumas jogadas de prato tb mto boas no meio da música

Ainda falando da voz, gostei muito pois além de casar mto bem com a música, ao ver que a banda tinha influência Hard Rock eu já esperava os habituais abusos de agudo.

Apesar de som não ser parecido diretamente, a banda me lembrou Judas Priest no aspecto que mais gosto que é na simplicidade e o uso da técnica nos momentos certos.

Para meu gosto pessoal, achei que tem mto efeito de guitarra no início do solo, um drive mais seco como da base ficaria melhor.

Não é uma grande inovação musical, mas acho que a banda tem “uma cara” o que é fundamental.

Infelizmente acho que essa linha de som não tem tanto espaço hoje em dia (a coisa ta feia por aí....), o que é uma pena pois a banda está preparada para buscar o seu espaço.

Para conhecer mais:
www.myspace.com/blackviperofficial

Twitter: www.twitter.com/blackviperband

YouTube: www.youtube.com/blackviperofficial

Facebook: https://www.facebook.com/pages/Banda-Black-Viper/149827825079343


Black Viper - Living On The Highway

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Tome Nota: Nevermind Forever

Não vou citar o que o Nevermind e/ou Nirvana representaram para a música, e sim, vou dar um depoimento pessoal, de “como” e “o que” significaram para mim.

Parece que foi ontem que eu ainda moleque pulava no sofá quando ouvi “Smells Like Teen Spirit” na rádio pela primeira ou quando quase chorei de raiva porque minha fica cassete emperrou na hora que coloquei pra gravar a “Comes You Are” no “Top Ten MTV”.

A capa do álbum Nevermind, o clip da Smells Like Teen Spirit com o faxineiro dançando com a vassoura, e o Kurt com o cabelo na cara, tudo tão novo, me impressionava demais e era o símbolo daquele momento de tantas músicas/bandas legais que eu estava descobrindo.

Mas também parece que foi ontem que vi em um domingo à noite no resumo da semana do Fantástico que o Kurt foi encontrado morto.

Em 94 toda a cena grunge estava acabando, o Blood Sugar Sex Magic (RHCP), Black Álbum (Metallica) e Use Your Ilusion (Guns & Roses) já não eram novidades e a morte do Kurt foi como se tivesse vindo decretar o encerramento de uma fase da música para mim foi mágica e que infelizmente, nunca mais voltou.

Os mais conservadores diziam que o Kurt só zoava, pouca técnica e que foi um produto inventado, se foi, eu não sei, mas me parecia ser sincero e é o que sempre digo, para o que se prestavam a fazer, eram bons demais.

Existe um boato também que há uma primeira versão do Nevermind que quando ouvida pela gravadora, pediu para que fosse totalmente refeito, quem sabe não veremos algo por aí daqui a alguns anos.

Enfim, quem quiser matar a saudades, às 21h (horário de Seatle) 1h (horário de Brasília) acontecerá o tributo em comemoração aos 20 anos do álbum e será transmitido pelo site www.livestream.com/nevermindlive sob o comando de Krist Novoselic

Quem ficar acordado me conta como foi.rs

abçs

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Nota da Música: São Tempos - Henrique Cruz

O início da música lembra um pouco “Fácil” do Jota Quest e em seguida a entrada da bateria lembra Legião Urbana, talvez pela simplicidade dos acordes e batida.

Voz, bateria e guitarra, básicos, sem grandes arranjos mas não há nenhuma desafinação de vocal, backings e solo de violão.

A música e gravação necessitam de um pouco mais de produção, corpo e pegada. Sem destaque técnico ou em arranjo, ou seja, música bem simples.

Acho que tem uma boa base para início da “construção” da música, falta um acabamento.

http://tramavirtual.uol.com.br/henriquecruz/

domingo, 11 de setembro de 2011

Tome Nota: Bandas Tributo com Status de Original

Nesse momento em que escrevo está rolando o show da banda tributo The Australian Bee Gees.

Pois bem, não estou aqui hoje para falar da qualidade dessa banda e muito menos criticar a original.

Estou para falar dessa onda de bandas tributo.

Desculpe-me quem curte ou vai a shows dessas bandas, mas acho uma baita sacanagem o status que as mesmas ganham.

Eu também gosto de ver uma boa banda cover, mas até aí anunciarem e cobrarem o mesmo valor de qualquer show de uma banda original, ainda somado ao fato de que os ingressos no Brasil são um absurdo, ah não!

Daí quer algo pior que banda tributo? É a importância dada a bandas/cantores de covers “gerais”, exemplo: Emerson Nogueira (apesar de que deu uma sumida).

“Aí é dose!” O Brasil finalmente virou rota das maiores turnês mundiais e ainda pagamos uma alta bagatela para isso.

Banda cover boa eu vou assistir no Bixiga (bairro boêmio de São Paulo).

Pode parecer contraditório, mas não tenho nada contra a essas bandas, para fazer o que fazem precisam de muito talento, mas acho que banda tributo/cover deve ser “vendida” como tal.

Nota da Música: Mentiras da Corporação - Ironbound

Metalzão das antiga”! riff muito bom, bumbo duplo “comendo” solto, vocal sem mta técnica mas bem legal, ou seja, tudo como reza a cartilha para o Trash Metal anos 80.

O que me chamou mais a atenção é que vi nessa banda algo inédito das bandas que iniciam um projeto nesse estilo nos dias de hoje: O VOCAL EM PORTUGUÊS, isso eu não vi em nenhuma banda nova, nenhuma tem peito de arriscar a cantar em outro idioma que não seja o inglês, e quer saber? Ficou bem legal.

Mas como nem tudo na vida é só elogio, seguem outras duas coisas que e chamaram a atenção:
1 – É muito parecido com Metallica, todos devem dizer isso, né? Influência é diferente de “muito parecido”, influência é super comum, se essa semelhança for em apenas uma música, ok, mas se for em todas, sugiro tentar buscar um pouco mais a identidade da banda.
2 – Tem uma base em MI no meio da música........ caras........aquilo ali é Raining blood do Slayer, mudou um pouco o arranjo mas é mto parecido tb. Se e objetivo é fazer uma homenagem, ok, mas se não for, esse arranjo juntando com o riff Metallica, mais um ponto que pesa para a falta de identidade.

A banda seguiu tão a risca a cartilha do Trash Metal que acabou pecando nos 2 pontos que citei acima, o que pode ser facilmente corrigido.

Boa banda, pequenos ajustes a serem feitos.

sábado, 3 de setembro de 2011

Nota da Música: Ao Nascer do Sol - Banda Dona Dora

Segue a linha do pop brazuca, vocal e arranjos melódicos sem variação de ritmo. Os vocais bem afinados com a menina fazendo o lado do rostinho bonitinho e o vocalista do músico talentoso executando muito bem as suas funções.

Não vejo algo de chamar a atenção ou um diferencial, porém, creio que o objetivo da banda é seguir a linha pop do que tem ou tivemos no cenário nacional e sendo assim, acho que a banda está enquadrada no perfil, pois a música “Ao Nascer do Sol” segue a linha de tema de novela global.

Boa banda


http://www.youtube.com/watch?v=AW0X72_bVHI&feature=mfu_in_order&list=UL

Tome Nota: Jhon Frusciante é o Melhor Guitarrista da História do Red Hot

No último domingo ouvi na Kiss um especial do Red Hot Chilli Peppers, pois teremos um show da banda dia 21/09.

Dentre as músicas, o locutor foi contando a trajetória da banda e falou de Jhon Frusciante.

Pois bem, pra mim, é o maior guitarra da história da banda, não por ser técnico, aliás, tecnicamente falando não chega nem perto de Dave Navarro, mas pela criatividade e por acima de tudo, ser a linha de guitarra que se encaixa como uma luva nas frases e loucuras do Flea.

No mesmo programa, soube que na volta do Frusciante quem ficou mto próximo de ocupar a posição foi Tom Morello (Rage Agains`t the Machine).

Quer minha opinião? Sou fâ do Morello, mas para o RHCP prefiro o Frusciante
Daí vem alguém e diz: “Vc ta loco, ouça o solo de Californication, é uma m........!”

Pode ser, mas não acho que um solo mais distorcido com um número maior de notas se encaixaria tão bem para a música. Considerando o clip então, virou uma ”viagem”.

Quem continua achando que estou louco, vou usar uma frase do Dinho Ouro Preto (Capital Inicial), “As composições do Flea sem o Frusciante é mto na base dos slaps, não é a toa que os melhores discos da banda foram com a participação do guitarista (Mothers Milk, Blood Sugar Sex Magic, Californication e By the Way)".

Quanto ao show, Frusciante está fora da banda então, se vc leitor concorda cmg, não terá chance de vê-lo no dia 21.

abçs